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O deixa pra depois custa mais do que se pensa

O Brasil é a terra do passa lá em casa, do depois a gente vê e mais tarde a gente conversa por excelência.

Não apenas nas relações pessoais, mas também no mundo dos negócios, temos visto a extrema confiança que muita gente coloca na parte com quem celebram negócios. Tudo, no fio do bigode. Podemos pensar em alguns exemplos.

Os amigos de faculdade que criam uma start up e, pela confiança que nutrem um pelo outro, jamais pensaram em celebrar qualquer instrumento que trate dos direitos e obrigações de cada um. Os anos se passam, as contas apertam e lá se tem uma disputa societária grandiosa.

Outro exemplo temos no negócio de compra e venda de um imóvel feito “de boca”. Um dia, o vendedor do imóvel falece, e o comprador se vê em uma situação delicada perante os herdeiros, a Fazenda e tantas outras pessoas.

Em tais casos, os advogados são convocados às pressas. Os conflitos já estão instalados, os riscos assumidos e o cenário é o pior possível. Tudo por causa do deixa pra depois.

O que queremos dizer é que deixar pra depois custa caro e implica um risco que não é preciso correr.

Este hábito tão brasileiro não pode continuar. É preciso sentar e discutir, expor e nivelar as expectativas de todas as partes de um negócio logo no início – na gestação da ideia, nas discussões preliminares.

O ditado é antigo mas não deixa de ser uma pílula de sabedoria: o combinado não sai caro. O combinado com auxílio jurídico tempestivo e adequado sai mais barato ainda.

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